segunda-feira, 29 de junho de 2009

PRAZO PARA ATIVIDADES 1 e 2

Fiquem atentos para o prazo.

* As atividades serão avaliadas na 6ª feira (o3/06), portanto, não se esqueçam de disponiblizar o endereço do seu blog, enviando para o e-mail do professor ( wagnerboamorte@yahoo.com.br )até 5ª feira.

* As duas atividades (mais a atividade de leitura da fotografia de Sebastião Salgado) vão compor uma das menções do bimestre.





ATIVIDADE 2



Vamos continuar o Blog . . .

Incrementando as postagens que já existem e inserindo alguns elementos novos.


1) Revisar o(s) textos postado(s) - corrigir segundo as normas da língua portuguesa.

2) Verificar se colocaram as referências das obras e dos textos (quando forem extratos). Sejamos éticos!

3) Criar uma ENQUETE sobre a obra e/ou artista (Layout/adicionar um gadget/procurar por enquete, seguindo os passos que se pede).

4) Postar uma CURIOSIDADE sobre a obra/PAS, não se esquecendo de indicar a fonte de sua consulta.

5) Colocar um contador no seu blog - http://www.free-easy-counters.com/ (siga os passos que se pede).

ATIVIDADE 1


Queridos internautas!!!

A atividade 1 consta das seguintes etapas:

1) Criar o seu blog - dê um título criativo e que tenha a ver com o objeto do seu estudo.
2) Fazer o perfil do grupo.
3) Descrição do blog (vá até "configurações").
4) Postar um texto sobre o artista (postagem/criar).
5) Postar um texto sobre a obra do PAS que ficou a cargo do grupo (postagem/criar).
6) Postar uma imagem e/ou vídeo, com coméntário (postagem/editar Html/adicionar imagem ou vídeo - ícones).

quarta-feira, 6 de maio de 2009

TIPOS POPULARES DE FOTOGRAFIA

A fotografia de viagem

Graças aos primeiros fotógrafos profissionais é que, como viajantes de poltrona, conhecemos as mais explendorosas maravilhas do mundo - pirâmides egípcias, cataratas do Niagara e Grand Canyon, dentre outras tantas. Equipamentos pesados, chuva e sol escaldante são dificuldades encontradas por estes profissionais, além das sufocantes câmeras escuras portáteis utilizadas para revelar as fotografias. E mesmo assim, estão sempre lá!!!!


Fotografia de guerra e Matthew Brady (1823-96)

Os horrores da Guerra Civil - soldados fazendo pose no acampamento ou no campo de batalha; cadáveres nas trincheiras. As fotografias de Brady registraram a dura realidade da guerra com autenticidade até então desconhecida.


Fotografia documental - Jacob Riis (1849-1914)

Fotografou esconderijos de ladõres, oficinas de trabalhadores mal pagos e moradias pobres para documentar as teneboras condições de vida no Lower East Side (zona sudeste) de Manhattan. Graças às suas imagens, publicadas em um livro entitulado Como Vive a Outra Metade (1890) se chegou às primeiras leis de reforma dos códigos de moradia e leis trabalhistas. A fotografia/PAS "Árabes de Rua na Área da Rua Mulberry" (c. 1889) retrata crianças sem-teto, uma denúncia da miséria e das condições de vida dos pobres urbanos.


Fotografia-retrato

Nadar (1820-1910), caricaturista francês, fotografou os pincipais astros de Paris, como a famosa atriz trágica Sarah Bernhardt, George Sand, Corot e Daumier. Ele concebia a pose, fazia a pessoa posar e iluminava a figura de modo a enfatizar seus traços de caráter. Ao fotografar Sarah Bernhardt, por exemplo, o fotógrafo a fez posar dramaticamente envolta em panos. Nadar inventou a fotografia aérea e esteve entre os primeiros que utilizou a luz elétrica em suas fotografias.


Fotografia de arte

Julia Margaret Camerom (1815-79) quis captar nada menos que a beleza ideal. Quando lhe deram uma câmera, com a idade de 48 anos, ela começou a fazer retratos de vitorianos famosos que, por acaso, eram também seus amigos: Tennyson, Carlyle, Browing, Darwin e Longfellow. Cameron era excelente em definir a personalidade em retratos intensos e dizia: "Quando tive esses homens diante de minha câmera, toda a minha alma se dedicou a fazer seu dever em relação a eles, registrando fielmente a grandeza interna bem como os traços do homem exterior. A fotografia assim tirada era quase a corporificação de uma oração." Foi a primeira a ter lentes especiais, que produziam um efeito de foco suave nas suas fotografias de gênero, alegórica e muitas vezes excessivamente sentimentais. Suas fotografias "fora de foco" buscavam transmitir um clima.

O Nascimento da fotografia

No início do século XIX, as descobertas científicas na área de ótica e química convergiram para a produção de uma nova forma de arte: a fotografia. Em 1826, o químico francês Nicéphore Niépce (1765-1833) fez a primeira imagem fot´gráfica que sobreviveu, uma vista do pátio de sua casa. Para obter a imagem nublada, Niépce deixou uma placa de estanho polido em exposição durante oito horas.
Seu colaborador, Louis-J.-M Daguerre (1789-1837), inventou um processo mais prático de fotografia em 1837. Sua primeira fotografia, "Natureza-morta", era uma vista brilhantemente detalhada de um canto de seu ateliê, que ficou em exposição de dez a 15 minutos. Em 1839, Daguerre inadvertidamente tirou a primeira fotografia conhecida de um ser humano. Sua fotografia de um bulevar parisiense conhecido pela multidão de pedestres apressados não mostra sinal algum de vida, exceto por um homem engraxando os sapatos - o único ser humano que ficou parado tempo suficiente para que sua imagem fosse registrada durante a longa exposição.
Um inglês, Willian Henry Fox Talbot (1800-77), aperfeiçoou ainda mais o processo da fotografia com sua invenção dos calotipos, ou negativos da fotografia, anunciados em 1839. Ele tinha começado a fazer experiências prensando folhas, penas e pedaços de renda contra papel preparado que era exposto à luz do sol. Suas impressões finais de imagens projetadas eram manchadas em comparação com os daguerreótipos nítidos, mas eram obtidas com negativos de papel e impressões em papel.
Logo se seguiram outros avanços. Em 1851, um processo chamado chapa molhada reduziu o tempo de exposição para segundos e produziu impressões quase tão exatas quanto as de Daguerre. Então, foi inventado o tipo de metal, com a imagem numa chapa de metal fina, em vez de vidro delicado. Em seguida, a placa seca liberou o fotógrafo de ter que correr imediatamente para a câmara escura. Não só a imagem se mantinha por mais tempo antes de ser revelada, como a velocidade da exposição era tanta que o fotógrafo não mais necessitava de tripé. Por volta de 1858, a fotografia instantânea substituiu o daguerreótipo. Nos anos 1880, as câmeras portáteis de mão e o filme em rolo tomaram a cena.

(Fonte: Arte Comentada, Carol Strickland, p.92)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A fotografia documental de Sebastião Salgado

Vídeo Youtube com uma entrevista com o fotógrafo Sebastião Salgado. Um complemento da aula e um belo exemplo de fotografia documental.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Trabalho sobre mitologia - Dioniso - alunos 2º B e A






DA FARSA NASCE O TEATRO
Os gregos tinham muitos deuses, um para cada coisa: um para proteger as plantações, um que controlava os mares, um que cuidava do Sol, e por aí afora.
Mas havia um deus muito especial, que inventou o vinho. Ele se chamava Dioniso (ou Baco). Diz a lenda que um dia estava descansando numa beira de estrada quando viu uma cabra comendo umas frutinhas redondas. Dali a pouco a cabra começou a pular e a berrar feito uma doida. Dioniso pensou: "Aí tem coisa!" E foi lá, pegou uma porção daquelas frutinhas, amassou bem e bebeu. Não deve ter sido assim, porque entre amassar a uva e beber o vinho é preciso fazer muita coisa. Mas lenda é lenda e não tem nenhum compromisso com a realidade.
O caso é que os devotos de Dioniso viviam em festa, bebendo, comendo, catando e dançando. Era uma farra.
Um dia, conta a lenda, durante uma dessas festas apareceu um indivíduo chamado Téspis. Ele chegou numa carroça coberta, onde guardava uma porção de máscaras, perucas, roupas. Então, enquanto os devotos estavam entretidos na celebração de Dioniso, lá dentro da carroça Téspis começou a se transformar em outra pessoa, numa personagem: cobriu o rosto com uma das máscaras, botou uma bela peruca na cabeça e vestiu um manto todo bordado.
Quando acabou de se arrumar, levantou a cobertura da carroça e deu um berro. Silenciaram os risos, os gritos, a cantoria. Todo mundo já estava bastante bêbado, mas ainda assim conseguiu prestar atenção naquela figura esquisita.
Foi então que Téspis falou: “Eu sou Dioniso. Escutem bem minha história”. E começou a contar a lenda do deus do vinho, fingindo sentir todas as emoções que o próprio Dioniso teria sentido durante suas andanças pelo mundo as criaturas mortais. Assim Téspis criou o teatro. Com o tempo foi se aperfeiçoando: ampliou os assuntos que abordava, passou a escrever suas peças, aprendeu a trocar rapidamente de máscara, roupa e peruca e chegou a representar sozinho todas as personagens de uma mesma peça. E, sempre viajando com sua carroça, levou sua arte a praticamente todas as regiões da Grécia.